domingo, 8 de dezembro de 2013

Porque os produtos eróticos são bons para o relacionamento


Há muitos equívocos sobre o uso de brinquedos para adultos nos relacionamentos. Algumas pessoas sentem que não podem competir com algo que não se cansa e outras ainda que o brinquedo vai ser a sua substituição e que não será mais tão “bom de cama” quanto antes aos olhos do outro.
A verdade é que o melhor num relacionamento entre duas pessoas é a intimidade de poder cuidar um do outro. Não há nada no mundo que possa substituir as conexões físicas, emocionais e espirituais feitas durante a intimidade. Mesmo um vibrador Rabbit de 42 funções e bateria de 10 horas, não vai falar com você, e pode esquecer a conversa de travesseiro e qualquer carinho depois da relação amorosa, pois só o ser humano é capaz de realizar tais ações.
 A razão dos produtos eróticos serem benéficos aos relacionamentos é que eles promovem a comunicação entre o casal. Eles também fornecem um senso de aventura e a emoção de tentar algo novo e desconhecido entre quatro paredes. Quando usado corretamente, os produtos sexuais / sensuais podem promover o crescimento e a compreensão de outras necessidades íntimas de cada um dos parceiros.
Com uma vasta seleção de produtos eróticos, certamente há algo para você e seu parceiro tentar encaixar no relacionamento sexual. De suave a selvagem, você pode encontrar algo que vai levar seu relacionamento a um novo nível e muito mais divertido. Você tem no Brasil muitas opções quando busca estes itens.
Não há necessidade de procurar um local escondido por vergonha ou deixar de comprar por medo do desconhecido. Você pode fazer compras online de forma discreta, ou mesmo organizar uma festa com suas amigas e ter a chance de ver, sentir, tocar e provar os diferentes produtos, cremes, comestíveis, e muito mais, no conforto da sua própria casa. Você pode até fazer algum dinheiro extra entre seus amigos para pagar contas vendendo estes itens, basta gostar de falar de produtos eróticos e acreditar no poder que eles têm de conectar os casais na busca pela felicidade.
Portanto, antes de descartar o uso destes produtos, saiba que eles não são destinados a substituir nada, eles apenas se destinam a melhorar você (autoconhecimento intimo), conectar a intimidade do casal, e claro se aventurar nos jogos do amor. Obrigado pela leitura, e feliz brincadeiras eróticas!
Fonte: www.abeme.com.br

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Manual da masturbação feminina

Levar uma garota ao clímax nem sempre é tarefa fácil. Muitas desconhecem os próprios mecanismos que ativam seu sexo. Além disso, o pudor e a repressão sexual muito frequentemente as fazem travar diante de suas volições, impedem-nas de aprender como seu corpo funciona e desfrutar dos prazeres da carne. Afinal, sexualidade é um aprendizado intensivo do indivíduo consigo mesmo. Quem não for autodidata, acaba ficando para trás.
É preciso certa delicadeza na hora de estimular uma vagina – mesmo quando a mulher curte mais brutalidade. É uma região super sensível, que não funciona na base da pressão. Mas que reage maravilhosamente bem a movimentos persistentes e gradativos.
Aliviou o peso da mão? Então estale os dedinhos. E tenha tempo. Muito tempo.

Brinque com o imaginário erótico

masturbação 1
Antes de tudo, incite o imaginário erótico dela. Seja com uma pegada mais forte, um estímulo visual, palavras sujas. O prazer sexual se desperta no cérebro. Deixe seus pelos eriçados, seu desejo à flor da pele. Evoque fantasias para provocar suas vontades.
Percorra sua mão sobre parte interna da coxa, virilha, base do abdômen. Roce em seus genitais antes mesmo de tirar a calcinha. Aperte os grandes lábios um contra o outro, repetidas vezes. Excite seus seios, de todas as maneiras – com as mãos, a boca, os dentes. Isso deve arrancar alguns suspiros.

Lubrifique os dedos

masturbação 2
O atrito contra uma superfície áspera irrita a mucosa. Tenha suavidade no toque. Use a parte macia da digital para tocar o clitóris. Evite arranhar com a unha.
Abra bem as pernas dela. Molhe seu dedo em saliva – que pode ser sua ou dela mesma. Inicie em ritmo lento, tocando diretamente sobre o clitóris, sem apertar. Aos poucos, acelere os movimentos do dedo. Friccione de um lado para o outro, sempre com movimentos curtinhos e concentrados em um ponto específico, sobre a saliência.
Tente interromper o mínimo possível. Quando sentir que seu dedo secou, leve-o até mais embaixo e utilize a lubrificação natural da garota para umedecer ainda mais o clitóris.

Estimule a parte interna e externa do clitóris

masturbação 3
A pequena protuberância localizada no encontro dos pequenos lábios é apenas a parte visível do clitóris. A pontinha do iceberg. Com milhares de terminações nervosas, o órgão – único que existe com o propósito exclusivo de proporcionar prazer – estende-se por dentro do corpo feminino, envolvendo o canal vaginal. Como o pênis, o clitóris infla quando estimulado. Torna-se mais saliente na parte externa e assim comprime a vagina, internamente.
O Ponto G nada mais é que a região de contato com o clitóris interno. É sentida como uma fenda de textura esponjosa na parede de cima do canal da vulva. Por isso a combinação de estimulação clitoriana e penetração provoca orgasmos ainda mais intensos.
Sem parar de tocar o botãozinho pelo lado de fora, enfie um ou dois dedos da outra mão lá dentro e faça sinal de “vem cá” para alcançar o Ponto G. Tenha sensibilidade. Evite agitar o dedo muito rápido, como uma britadeira – isso não é gostoso.

Observe atentamente

masturbação 4
Acompanhe a evolução do prazer dela de acordo com suas expressões – gestos, sons, reações fisiológicas. Se os gemidos intensificarem, insista no que está fazendo. Caso os suspiros cessem, mude o toque. Converse, pergunte se está gostoso.
Não cobre orgasmo. Isso pode fazê-la travar ou gerar ansiedade. Em vez de perguntar se ela vai gozar, melhor questionar apenas se quer que continue.

Persista

masturbação 5
Caso note que ela reage positivamente aos seus atos, insista no que está fazendo. Tenha paciência. Pense que o tempo do prazer dela é muito diferente do seu. É comprovado que homens quase sempre chegam ao orgasmo antes das mulheres, até porque precisam de bem menos sangue para irrigar seus genitais.
Pressa e ansiedade podem colocar tudo a perder. Dedique-se ao que está fazendo e prolongue ao máximo esse momento.

Estimule tudo

masturbação 6
Imagine o corpo inteiro como um grande órgão sexual. Há zonas erógenas dispersas por cada curva do corpo humano. Na nuca, atrás da orelha, na boca, nos seios, nas axilas e até nos pés há regiões que, quando estimuladas, causam excitação imediata. Não se limite a tocar seu sexo. Assopre partes mais sensíveis, encoste os lábios em seu pescoço, distribua beijos em todos os cantos. Quando ela estiver ensaiando alguns espasmos, aproveite para abocanhar um de seus mamilos.
No momento em que o gozo estiver próximo, um pouco de estimulação anal pode tornar o orgasmo ainda mais intenso. Nem precisa mexer muito o dedo, apenas deixe-o bem lubrificado e introduza devagar em seu ânus. Se ela gostar, deixe lá.
Sussurre algum elogio sincero ao seu ouvido. Isso vai contribuir para que ela se sinta mais segura e confiante.

Assista

masturbação 7
A cena de uma mulher brincando com seu corpo é linda de se ver. Para conhecer mais sobre como ela sente prazer, assista-a se bolinar. Cada uma tem um jeitinho de sua preferência. Peça para ela te mostrar como faz e observe. Incentive-a a realizar o trabalho sozinha, estimulando apenas outras partes do corpo durante o ato. Mais uma vez não cobre nada, deixe que ela fique à vontade para fazer o que achar melhor.
Você também deve se regozijar com essa visão.
* * *
Um grande aliado na tarefa da masturbação feminina é o vibrador clitoriano. Existem diversos modelos, até com controle remoto que permite que você defina o ritmo e a intensidade da vibração que a vai estimular. O tradicional bullet, sem fio, é perfeito para ser usado durante o sexo oral e a penetração.
Masturbação é um dos meios mais eficientes de conhecer o corpo de uma mulher. Pratique.


sábado, 29 de junho de 2013

O pornô é bom para a sociedade

A indústria do sexo explícito não serve só para girar a economia. Ela também pode combater crimes sexuais - e até emancipar mulheres




Pornografia. A maioria das pessoas já viu e defende fortes opiniões sobre ela. Uns argumentam que seu acesso fácil traz efeitos negativos à sociedade, como a degradação da mulher. Mas outros defendem que é uma expressão legítima de fantasias, e que não apenas traz satisfação imediata do desejo como também substitui a agressão sexual. Assim, evitaria outras atividades perigosas, prejudiciais e ilegais. Algumas feministas afirmam até que ela emancipa a mulher, libertando-a das amarras do pudor e das restrições sociais. 

Não faltam provas confirmando esse posicionamento. Ao longo dos anos, muitos cientistas investigaram a ligação da pornografia tanto com crimes sexuais quanto com seu efeito na atitude dos homens em relação às mulheres. E, em todas as regiões investigadas, pesquisadores descobriram que crimes sexuais ou diminuíram ou não aumentaram onde a disponibilidade da pornografia cresceu. E, dos poucos que viram correlação entre a disponibilidade de pornografia e comportamentos antissociais, nenhum encontrou relação de causa e efeito.

Pesquisas de escala nacional na Dinamarca, Suécia, Alemanha Ocidental e EUA observaram que, embora a presença de pornografia tenha aumentado consideravelmente de 1964 a 1984 nesses países, a taxa de estupros ou caiu ou permaneceu no mesmo nível. Estudos posteriores mostraram ainda resultados semelhantes em todos os outros países cientificamente examinados - entre eles, Canadá, China, República Checa, Finlândia, Japão e Polônia. Afinal, a pornografia oferece um substituto fácil e imediato para os crimes sexuais: a masturbação.

Ainda assim, é comum que a polícia sugira que uma grande porcentagem de criminosos sexuais já usou pornografia. Isso é irrelevante, dado que a maioria dos homens tem em algum momento da vida acesso a conteúdos de sexo explícito. 

Observando a questão mais de perto, pesquisadores descobriram algo surpreendente: presos estupradores têm maior probabilidade de ter sido punidos na juventude por ver pornografia que os não estupradores. E mais. Presos não estupradores começaram a ver pornografia mais cedo e em maior quantidade que os estupradores. O que é realmente correlato com o crime sexual é ter tido uma educação religiosa rígida e repressora. 

Estudos também mostram que homens expostos a filmes pornográficos são mais tolerantes com as mulheres que os não expostos. Nenhum pesquisador cientificamente sério provou que a exposição à pornografia tem uma relação de causa e efeito com sentimentos ou atos negativos contra mulheres.

É verdade que algumas pessoas afirmam sofrer efeitos adversos da exposição à pornografia - basta considerar testemunhos em cortes de divórcio. No entanto, não há nenhuma prova de que a pornografia tenha sido a causa do abuso. Acima de tudo, não há liberdades que não possam ser usadas de forma equivocada. Mas o acesso à pornografia é uma das que parecem oferecer mais bem do que mal.


*Milton Diamond é diretor do Centro do Pacífico para Sexo e Sociedade, associado à Universidade do Havaí.

Fonte: http://super.abril.com.br/

terça-feira, 28 de maio de 2013

'Pílula' anticoncepicional masculina

(Foto: Thinkstock)

Além da camisinha feminina, as mulheres hoje contam com inúmeros métodos contraceptivos: dispositivos intra-uterinos, diafragma, pílula, implantes e adesivos. E quanto aos homens? Bem, se você não estiver disposto a entrar na faca para uma vasectomia (método difícil de reverter no futuro), as soluções incluem apenas os espermicidas e a camisinha.

No entanto, isso está prestes a mudar. O escocês Dr. Lee Smith, do  Centro MRC de Saúde Reprodutiva da Universidade de Edimburgo, vem descobrindo uma espécie  de anticoncepcional masculino muito mais conveniente do que o uso de preservativos, e bem menos drástico do que fazer uma vasectomia.
A pesquisa sobre a fertilidade masculina identificou um gene que é essencial para a produção do esperma. Se uma droga for desenvolvida para interromper este gene, poderemos ver uma nova forma bastante eficiente de contracepção masculina - pelo menos, uma opção parecida com as disponíveis exclusivamente para elas atualmente.

Lee explica que o novo método não exigiria a manipulação da produção de testosterona para paralisar o desenvolvimento do esperma, o que pode levar a efeitos colaterais indesejáveis, como espinhas (acne) e alteração de humor. 

“O composto teria ligação com o produto do gene no testículo e o impediria de exercer o seu papel”, afirma o cientista. “Ao fazer isso, a produção de esperma seria paralisada, mas a partir do momento em que o contraceptivo não é mais utilizado, o produto do gene seria capaz de funcionar de novo e o desenvolvimento de espermatozóides seria naturalmente retomado”.

Como 2% da ejaculação e boa parte do sêmen é produzida pelas vesículas seminais e a próstata, não os testículos, a ausência de espermatozóides passaria despercebida. 
Enquanto tal solução ainda não chega ao mercado, fica a pergunta: você trocaria  a camisinha por outro método anticoncepcional?


Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/

sexta-feira, 17 de maio de 2013

10 Dicas para fugir do sexo ruim


Às vezes, ter uma noite de sexo ruim acontece. Mas não tema: existem soluções que podem dar jeito até na pior das experiências, segundo a terapeuta sexual Sari Cooper, que foi consultada pelo site da revista Cosmopolitan. Veja 10 dicas.
1. O “homem minuto”
Você está pronta para uma maratona, mas ele acaba fazendo tudo muito rápido. Tente dizer algo como: "estou tão empolgada, pode fazer mais algumas coisas para mim?". Ter um vibrador como reserva, para estes momentos, também não é uma má ideia.

2. O pior sexo oral da sua vida
Ele está investindo no sexo oral, mas não está te animando muito? Com delicadeza, mexa a cabeça dele e mostre a forma como você gosta de ser tocada, usando os seus próprios dedos.

3. Sem sexo oral
Ele nunca investe nessa parte? Converse a respeito. Diga algo como: “eu realmente gostei do que fizemos ontem à noite. Mas o que você pensa a respeito do sexo oral?”.

4. Sem criatividade
Se o seu parceiro não é muito criativo na hora de variar as posições, que tal investir em um vídeo erótico? A iniciativa pode render boas ideias.​

5. Egocêntrico
Alguns homens demostram estar preocupados, exclusivamente, com o próprio prazer. “Às vezes, alguns rapazes são apenas ignorantes, não egoístas”, afirma Cooper. A dica, nestes casos, é tentar prolongar as preliminares ao máximo, até que você se sinta pronta.

6. Um pouco mais de delicadeza
Alguns homens são um pouco brutos na hora do sexo, o que faz com que suas parceiras, muitas vezes, aguentem com dor e tristeza. “Muitas mulheres sorriem e tentam aguentar, mas isso pode causar lágrimas”, afirma Cooper. Algumas dicas: tente colocar a mão no peito do seu parceiro, ou nos quadris dele, para que você consiga controlar o ritmo desejado. Uma outra saída é você ficar por cima.

7. Delicado demais
Você chega a ficar entediada com a forma tão suave e gentil que ele te toca? Use as palavras. Sussurre mensagens quentes ao pé do ouvido e use as mãos para mostrar, fisicamente, como gosta de ser tocada.

8. Ele beija mal
Seja muito seco, ou muito molhado, é possível dar um jeito nisso. Dê ao seu parceiro a chance de ver como são suas téncnicas. Comece você: suavemente, depois vá intensificando os movimentos e mostrando qual é o seu estilo de beijo.

9. Foco nos seios
Existem alguns homens que são obcecados por seios, e acabam esquecendo de dar a mesma atenção para as demais parte do corpo. Não hesite em pegar nas mãos do parceiro e levar para as outras regiões erógenas em que você gosta de ser estimulada.

10. Forçando a barra
Se o seu parceiro insiste em pedir um sexo oral toda vez que vão para a cama, e você nao está com vontade, gentilmente diga a ele que não está no clima para isso e sugira uma posição diferente.


Fonte: http://mulher.terra.com.br/

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A quantidade certa de lubrificação deixa o sexo mais gostoso

Foto: Reprodução NOVA

No sexo, leve ao pé da letra o princípio "A virtude está no meio": falta ou excesso de umidade podem fazer sua noite fracassar. "Quando a mulher apresenta excitação sexual adequada, a lubrificação vaginal chega a seu máximo e favorece a penetração", afirma o ginecologista Edílson Ogeda. Assim, a transa rola sem desconforto ou dor, o que só faz seu prazer aumentar. Vale saber que a lubrificação é diferente em cada mulher. Se na hora H você percebe estar seca, não se preocupe além da conta. Basta descobrir quais são as razões e as soluções para que o sexo volte a ser muito mais suave.
Cadê a lubrificação?
Cerca de um terço das mulheres jovens afirma sentir falta de lubrificação, de acordo com pesquisadores da Universidade de Indiana, nos EUA. Às vezes, a culpada é a pressa. Quando você acelera as preliminares, não chega totalmente excitada ao evento principal. Péssima jogada: "Na ausência da secreção, a penetração torna-se difícil e dolorosa", diz a ginecologista Elisabete Dobao, do Rio de Janeiro. E, pior, contribui para infecções causadas por fungos. Se o seu parceiro é do tipo que vai direto para o vamos ver, peça mais brincadeiras. Ou, melhor ainda, conte a ele que é mais vantajoso se você chegar lá primeiro. Depois do primeiro orgasmo com masturbação, sexo oral ou um acessório, as chances de você ter uma boa lubrificação para o segundo round são maiores.
Não arranque os cabelos
Outros fatores levam ao ressecamento, como o stress. "Estar de bem com a vida tem uma influência positiva sobre a libido", diz Ogeda. "Com ela em alta, a lubrificação vaginal é mais adequada." Anticoncepcionais com pouco estrógeno, infecções fúngicas não diagnosticadas, amamentação, menopausa e alguns medicamentos (anti-histamínicos e antidepressivos) são outras causas.
Sexo mais molhado
Mesmo que você não tenha problemas, os lubrificantes podem melhorar o sexo. Segundo outro estudo da Universidade de Indiana, mulheres que utilizaram o gel durante o ato relataram níveis significativamente mais altos de satisfação e prazer em comparação com aquelas que não usaram. Sexo mais confortável, você sabe, tende a ser mais quente.
Faça a escolha certa
Nas farmácias e sex shops, há lubrificantes feitos de silicone, água, petróleo e óleo. A melhor aposta, em geral, são os à base de água: seguros junto da camisinha, fáceis de limpar e sem deixar manchas nos lençóis. Ainda assim, os especialistas sugerem testar os produtos para checar se não causam alergia. Quem usa camisinha deve ficar longe de produtos de petróleo ou óleo, que podem destruir o látex. Já mulheres propensas a infecções fúngicas precisam procurar uma opção sem glicerina, que contém açúcares e promove o crescimento dos fungos.
Confira alguns diferentes tipos de lubrificantes:
Gel A Sós Mais Conforto Sensibilizante - 15g
Preço: R$ 19,99

Gel lubrificante Corporal A sós Lubrisex - 60g
Preço: R$ 14,99
Gel Lubrificante Anestésico Feitiços Aromáticos - Desejos Proibidos
Preço: R$ 16,90





Gel A sós Sensações Comestível Hot & Ice Sabor Hortelã - 50g
Preço: R$14,99


Gel Lubrificante Lubrigel Bisnaga - 60g
Preço: R$ 14,90


Faça seu pedido pelo e-mail: frenesiprodutoseroticos@hotmail.com
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Preços sujeitos a alteração.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Obstáculos que podem impedir a mulher de chegar ao orgasmo


Você tem certeza de que já chegou a um orgasmo? Parece uma pergunta óbvia, mas muitas mulheres não sabem se realmente alcançaram o clímax: uma pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (Prosex), da Universidade de São Paulo, revelou que 34,6% das brasileiras sofrem com a falta de desejo sexual e 29,3% delas têm vida sexual sem orgasmo. Além disso, 92% das mulheres não costumam se masturbar. 
De acordo com a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, durante o orgasmo a mulher tem uma grande sensação de prazer físico. "A lubrificação da vagina e a musculatura da pélvis apresentam contrações rítmicas e involuntárias - algumas mulheres sentem contrações fortes e outras, mais suaves", explica. Esse momento não dura mais do que alguns segundos, mas é arrebatador e dá para saber que aconteceu - o corpo ficará relaxado depois, como se estivesse anestesiado. Se você tem dificuldades de chegar a esse clímax, confira a seguir dez dos principais motivos apontados por especialistas.  


Ficar dispersa durante o sexo

Ficar dispersa durante o sexo - Getty Images
Pode até parecer que você não está interessada no momento, mas há grandes chances de a culpa ser do excesso de estresse e preocupações que bloqueiam o relaxamento. A ginecologista e obstetra Erica Mantelli conta que os fatores psicológicos que interferem na relação são até mais importantes que os físicos para a mulher. "Ela precisa estar 100% focada na relação sexual para conseguir identificar em seu corpo os locais onde mais sente prazer", afirma a médica. "A mulher depende de estímulos sonoros e táteis, diferente do homem que é excitado mais facilmente - muitas vezes apenas com estímulo visual", afirma. Procure tomar um banho, ouvir uma música ou fazer uma massagem para ficar mais relaxada. 



Apego aos tabus

Apego aos tabus - Getty Images

A psicoterapeuta Evelyn Vinocur explica que a educação rígida gera crenças falsas em relação ao sexo oposto, sexualidade, masturbação e orgasmo. "Muitas mulheres que acreditam nisso se sentem culpadas, ficam preocupadas demais e não conseguem chegar ao orgasmo", diz. Procurar um psicólogo, nesses casos, pode ser uma ótima forma de trabalhar com o medo e a tensão. 



Só com a luz apagada...

Só com a luz apagada... - Getty Images
Sentir vergonha do corpo a ponto de se preocupar na hora da relação sexual interfere no seu prazer. A psicóloga Janaína Reis explica que a mulher com autoestima baixa tende a não se sentir à vontade para explorar o corpo por meio de toques e carícias para descobrir os pontos de prazer. "A masturbação é uma das principais formas de alcançar o autoconhecimento sexual", diz. Se a mulher não se sente segura e não sabe como ter prazer, pode ter dificuldade em atingir o orgasmo tanto sozinha quanto com o parceiro - já que não consegue guiá-lo ou expressar de que forma sente mais prazer. 

A psicoterapeuta Evelyn lembra outro problema da autoestima baixa: o fingimento. "Por medo de não agradar o parceiro, a mulher finge que chegou ao orgasmo quando, na verdade, não sente", afirma a profissional. "Nesses casos, recomendo uma terapia breve para incentivar a mulher a ultrapassar esse bloqueio em relação ao corpo."


Falta de atração

Falta de atração - Getty Images
Se você sente que o seu parceiro não a atrai sexualmente, as especialistas recomendam fazer uma reflexão: você já sentiu desejo antes com esse parceiro? Segundo Janaína Reis, é preciso identificar qual disfunção sexual a mulher apresenta: desejo sexual hipoativo (a falta de vontade de fazer sexo, frigidez) ou anorgasmia (incapacidade de chegar ao orgasmo mesmo com excitação). 

Se for o primeiro caso, talvez seja preciso rever os motivos que a levou a ter um relacionamento amoroso com o seu parceiro ou os fatores que estão interferindo na atração física, pode ser até rancor do marido. "É importante buscar ajuda com um terapeuta sexual", recomenda Janaína. 


Medo de não conseguir

Medo de não conseguir - Getty Images

A expectativa de querer chegar ao orgasmo pode causar o efeito inverso: deixar você ainda mais longe do clímax. "Quando a mulher vivencia o relacionamento sexual preocupada tanto com o seu desempenho como com o objetivo de atingir o orgasmo, ela pode deixar de se entregar às sensações prazerosas do encontro sexual", explica Janaína Reis. Se você sentir que não consegue controlar essa ansiedade, converse com um psicólogo.




Fadiga

Fadiga - Getty Images


Há diversas causas por trás da fadiga, desde a correria do dia a dia até problemas de saúde, como alteração hormonal, hipertensão e fadiga crônica. "Mulheres com fadiga podem perder o interesse pelas relações sexuais e iniciá-las apenas para agradar o parceiro, sem conseguir aproveitar o momento e chegar ao orgasmo", explica a psicóloga Janaína. O excesso de cansaço pode ser reflexo da rotina agitada, mas se você sentir que está sonolenta e indisposta demais, converse com um médico.


Saúde debilitada

Saúde debilitada - Getty Images
Há uma infinidade de doenças e problemas de saúde que podem interferir na libido e no orgasmo feminino. Confira os principais, apontados pela ginecologista Érica: 

- Infecções vaginais e doenças no colo do útero, que podem gerar desconforto na penetração e dor durante a relação, prejudicando a lubrificação e interferindo no prazer sexual; 
- Doenças como diabetes e alterações hormonais, que diminuem o estímulo causado na zona erógena (zona de maior prazer), reduzindo também a sensibilidade da mulher e a condução do estimulo através de nervos que mandam mensagem ao cérebro; 
- Doenças psiquiátricas, estresse e ansiedade, que prejudicam os pensamentos da mulher, atrapalhando seu relaxamento e impedindo que chegue facilmente ao clímax; 
- Uso abusivo de drogas e álcool, que causam repercussões negativas na relação sexual, dificultando e até impedindo a chegada ao orgasmo.


Medicamentos

Medicamentos - Getty Images
Alguns medicamentos inibem a libido, ou seja, a vontade sexual: antidepressivos, diuréticos, medicação para úlcera gástrica e anticoncepcionais. "Os anticoncepcionais inibem a ovulação e, com isso, diminuem a libido", explica Érica Mantelli. Já os outros medicamentos atuam no sistema nervoso central, diminuindo o hormônio responsável pelo prazer.

Ciclo menstrual - Getty Images

Ciclo menstrual

O prazer sexual pode variar de acordo com o seu ciclo. "Na semana da menstruação, a sua libido pode ficar maior devido aos altos níveis hormonais, principalmente estrógeno e testosterona", conta a ginecologista Erica. Com o aumento de circulação sanguínea na região da pélvis, o clitóris também fica mais sensível e é mais fácil chegar ao orgasmo. 


Uma semana após a menstruação, os níveis hormonais continuam altos e o seu corpo começa a se preparar para a ovulação - que ocorre aproximadamente 14 dias após a menstruação. "Nesse período, a lubrificação vaginal está maior, favorecendo a penetração e trazendo mais conforto à mulher, que fica mais relaxada para ter orgasmos", afirma a médica.

No meio do ciclo, ocorre a ovulação e pode ser um período doloroso para a mulher, menos favorável à relação sexual. Já na semana que antecede a menstruação, há queda da libido e TPM, sendo uma fase bem mais difícil de chegar ao orgasmo. "Vale lembrar que é preciso respeitar esse tempo se não houver possibilidade de manter relações sexuais - afinal, dura apenas alguns dias", afirma Erica.


Trauma de violência sexual - Getty Images

Trauma de violência sexual

Mulheres que já foram vítimas de violência sexual necessitam de acompanhamento médico de rotina, com suporte psicológico e orientação sexual. "Não tenha medo ou vergonha de falar sobre o que aconteceu e converse com o seu ginecologista", recomenda Erica Mantelli. Ela explica que, em vez de relaxar e aproveitar a relação sexual, a mulher pode relembrar cenas tristes que aconteceram, interferindo na libido. O apoio profissional irá minimizar esses traumas e preparar a mulher para uma vida sexual saudável.




POR LETÍCIA GONÇALVES
Fonte: http://minhavida.uol.com.br/saude/

terça-feira, 23 de abril de 2013

Os 8 produtos eróticos mais vendidos para os homens

O campeão de vendas entre o público masculino são os lubrificantes para facilitar o sexo anal.

Em segundo lugar estão os géis para prolongar o tempo de ereção.

Anéis penianos são o terceiro produto erótico mais vendido para o público masculino
3

Na quarta posição estão os géis estimuladores de novas sensações

Capas penianas estão na quinta posição de produtos eróticos mais vendidos

Géis para turbinar o sexo oral estão na sexta posição dos produtos mais vendidos entre os homens.

O sétimo lugar estão os masturbadores masculinos. Este simula o sexo oral.

Em ultimo lugar estão os acessórios sadomasoquistas.


Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/

terça-feira, 16 de abril de 2013

Zonas erógenas masculinas


A gente vive conversando sobre como melhorar a vida sexual  das mulheres, por aqui, mas a gente para pouco para pensar no quanto os homens estão envolvidos nisso.
Sexo bom é uma via de mão dupla então, além de garantir a sua alegria, porque não melhorar as coisas para o parceiro também?
Pensando nisso, hoje a gente te dá algumas dicas sobre como levar o cara às alturas com carícias nos lugares certos. Não são só as mulheres que tem regiões sensíveis, por isso a gente vai falar um pouco das zonas erógenas masculinas.

Muitas mulheres erram em achar que não, mas os homens também gostam de delicadeza:
Zonas erógenas masculinas

- beijinhos carinhosos e leves nas pálpebras.
- a orelha é um região muito sensível, até mesmo uma respiração alterada pode aumentar a excitação; beijos, lambidas e mordidinhas são muito bem vindo também (mas sem língua no buraco da orelha nem beijo estalado).
- outras regiões clássicas são o pescoço e a nuca; no pescoço, beijos na região do pomo-de-adão e mais na lateral são ideais, umas lambidinhas também são bem vindas, assim como na nuca, que vale a boca a até uma carícia com as mãos.
Descendo um pouquinho a gente se aproxima das áreas clássicas, como peito e costas:
- os mamilos masculinos são sensíveis como os femininos, então faça carícias em todo otórax usando as mão, ou até os pés e, especialmente os seios.
- já nas costas, correr a mão próxima à pele sem mal tocar é enlouquecedor, comece na coluna e expanda para as costas todas, depois repita com os cabelos.
Nas áreas baixas o papo é mais sério:
- o interior das coxas é muito sensível, estimule com a língua, os cabelos ou até uma pena.
- o pênis é a região mais sensível, especialmente a glande, dedique um certo tempo à masturbação e ao sexo oral, e explore toda a região em volta do pênis - vale usar os seios.
- e nessa região tem a zona proibida, ao menos para muitos, que é a próstata; pra chegar nesse ponto é preciso ter autorização do cara, mas vale arriscas com carícias longas na região do pênis, indo até a área entre os testículos e o ânus, e você podem evoluir a partir daí.

Imagem: Alirreza

Texto retirado de: http://www.dasmariasblog.com/post/29815/como-explorar-as-zonas-erogenas-masculinas