terça-feira, 28 de maio de 2013

'Pílula' anticoncepicional masculina

(Foto: Thinkstock)

Além da camisinha feminina, as mulheres hoje contam com inúmeros métodos contraceptivos: dispositivos intra-uterinos, diafragma, pílula, implantes e adesivos. E quanto aos homens? Bem, se você não estiver disposto a entrar na faca para uma vasectomia (método difícil de reverter no futuro), as soluções incluem apenas os espermicidas e a camisinha.

No entanto, isso está prestes a mudar. O escocês Dr. Lee Smith, do  Centro MRC de Saúde Reprodutiva da Universidade de Edimburgo, vem descobrindo uma espécie  de anticoncepcional masculino muito mais conveniente do que o uso de preservativos, e bem menos drástico do que fazer uma vasectomia.
A pesquisa sobre a fertilidade masculina identificou um gene que é essencial para a produção do esperma. Se uma droga for desenvolvida para interromper este gene, poderemos ver uma nova forma bastante eficiente de contracepção masculina - pelo menos, uma opção parecida com as disponíveis exclusivamente para elas atualmente.

Lee explica que o novo método não exigiria a manipulação da produção de testosterona para paralisar o desenvolvimento do esperma, o que pode levar a efeitos colaterais indesejáveis, como espinhas (acne) e alteração de humor. 

“O composto teria ligação com o produto do gene no testículo e o impediria de exercer o seu papel”, afirma o cientista. “Ao fazer isso, a produção de esperma seria paralisada, mas a partir do momento em que o contraceptivo não é mais utilizado, o produto do gene seria capaz de funcionar de novo e o desenvolvimento de espermatozóides seria naturalmente retomado”.

Como 2% da ejaculação e boa parte do sêmen é produzida pelas vesículas seminais e a próstata, não os testículos, a ausência de espermatozóides passaria despercebida. 
Enquanto tal solução ainda não chega ao mercado, fica a pergunta: você trocaria  a camisinha por outro método anticoncepcional?


Fonte: http://br.mulher.yahoo.com/

sexta-feira, 17 de maio de 2013

10 Dicas para fugir do sexo ruim


Às vezes, ter uma noite de sexo ruim acontece. Mas não tema: existem soluções que podem dar jeito até na pior das experiências, segundo a terapeuta sexual Sari Cooper, que foi consultada pelo site da revista Cosmopolitan. Veja 10 dicas.
1. O “homem minuto”
Você está pronta para uma maratona, mas ele acaba fazendo tudo muito rápido. Tente dizer algo como: "estou tão empolgada, pode fazer mais algumas coisas para mim?". Ter um vibrador como reserva, para estes momentos, também não é uma má ideia.

2. O pior sexo oral da sua vida
Ele está investindo no sexo oral, mas não está te animando muito? Com delicadeza, mexa a cabeça dele e mostre a forma como você gosta de ser tocada, usando os seus próprios dedos.

3. Sem sexo oral
Ele nunca investe nessa parte? Converse a respeito. Diga algo como: “eu realmente gostei do que fizemos ontem à noite. Mas o que você pensa a respeito do sexo oral?”.

4. Sem criatividade
Se o seu parceiro não é muito criativo na hora de variar as posições, que tal investir em um vídeo erótico? A iniciativa pode render boas ideias.​

5. Egocêntrico
Alguns homens demostram estar preocupados, exclusivamente, com o próprio prazer. “Às vezes, alguns rapazes são apenas ignorantes, não egoístas”, afirma Cooper. A dica, nestes casos, é tentar prolongar as preliminares ao máximo, até que você se sinta pronta.

6. Um pouco mais de delicadeza
Alguns homens são um pouco brutos na hora do sexo, o que faz com que suas parceiras, muitas vezes, aguentem com dor e tristeza. “Muitas mulheres sorriem e tentam aguentar, mas isso pode causar lágrimas”, afirma Cooper. Algumas dicas: tente colocar a mão no peito do seu parceiro, ou nos quadris dele, para que você consiga controlar o ritmo desejado. Uma outra saída é você ficar por cima.

7. Delicado demais
Você chega a ficar entediada com a forma tão suave e gentil que ele te toca? Use as palavras. Sussurre mensagens quentes ao pé do ouvido e use as mãos para mostrar, fisicamente, como gosta de ser tocada.

8. Ele beija mal
Seja muito seco, ou muito molhado, é possível dar um jeito nisso. Dê ao seu parceiro a chance de ver como são suas téncnicas. Comece você: suavemente, depois vá intensificando os movimentos e mostrando qual é o seu estilo de beijo.

9. Foco nos seios
Existem alguns homens que são obcecados por seios, e acabam esquecendo de dar a mesma atenção para as demais parte do corpo. Não hesite em pegar nas mãos do parceiro e levar para as outras regiões erógenas em que você gosta de ser estimulada.

10. Forçando a barra
Se o seu parceiro insiste em pedir um sexo oral toda vez que vão para a cama, e você nao está com vontade, gentilmente diga a ele que não está no clima para isso e sugira uma posição diferente.


Fonte: http://mulher.terra.com.br/

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A quantidade certa de lubrificação deixa o sexo mais gostoso

Foto: Reprodução NOVA

No sexo, leve ao pé da letra o princípio "A virtude está no meio": falta ou excesso de umidade podem fazer sua noite fracassar. "Quando a mulher apresenta excitação sexual adequada, a lubrificação vaginal chega a seu máximo e favorece a penetração", afirma o ginecologista Edílson Ogeda. Assim, a transa rola sem desconforto ou dor, o que só faz seu prazer aumentar. Vale saber que a lubrificação é diferente em cada mulher. Se na hora H você percebe estar seca, não se preocupe além da conta. Basta descobrir quais são as razões e as soluções para que o sexo volte a ser muito mais suave.
Cadê a lubrificação?
Cerca de um terço das mulheres jovens afirma sentir falta de lubrificação, de acordo com pesquisadores da Universidade de Indiana, nos EUA. Às vezes, a culpada é a pressa. Quando você acelera as preliminares, não chega totalmente excitada ao evento principal. Péssima jogada: "Na ausência da secreção, a penetração torna-se difícil e dolorosa", diz a ginecologista Elisabete Dobao, do Rio de Janeiro. E, pior, contribui para infecções causadas por fungos. Se o seu parceiro é do tipo que vai direto para o vamos ver, peça mais brincadeiras. Ou, melhor ainda, conte a ele que é mais vantajoso se você chegar lá primeiro. Depois do primeiro orgasmo com masturbação, sexo oral ou um acessório, as chances de você ter uma boa lubrificação para o segundo round são maiores.
Não arranque os cabelos
Outros fatores levam ao ressecamento, como o stress. "Estar de bem com a vida tem uma influência positiva sobre a libido", diz Ogeda. "Com ela em alta, a lubrificação vaginal é mais adequada." Anticoncepcionais com pouco estrógeno, infecções fúngicas não diagnosticadas, amamentação, menopausa e alguns medicamentos (anti-histamínicos e antidepressivos) são outras causas.
Sexo mais molhado
Mesmo que você não tenha problemas, os lubrificantes podem melhorar o sexo. Segundo outro estudo da Universidade de Indiana, mulheres que utilizaram o gel durante o ato relataram níveis significativamente mais altos de satisfação e prazer em comparação com aquelas que não usaram. Sexo mais confortável, você sabe, tende a ser mais quente.
Faça a escolha certa
Nas farmácias e sex shops, há lubrificantes feitos de silicone, água, petróleo e óleo. A melhor aposta, em geral, são os à base de água: seguros junto da camisinha, fáceis de limpar e sem deixar manchas nos lençóis. Ainda assim, os especialistas sugerem testar os produtos para checar se não causam alergia. Quem usa camisinha deve ficar longe de produtos de petróleo ou óleo, que podem destruir o látex. Já mulheres propensas a infecções fúngicas precisam procurar uma opção sem glicerina, que contém açúcares e promove o crescimento dos fungos.
Confira alguns diferentes tipos de lubrificantes:
Gel A Sós Mais Conforto Sensibilizante - 15g
Preço: R$ 19,99

Gel lubrificante Corporal A sós Lubrisex - 60g
Preço: R$ 14,99
Gel Lubrificante Anestésico Feitiços Aromáticos - Desejos Proibidos
Preço: R$ 16,90





Gel A sós Sensações Comestível Hot & Ice Sabor Hortelã - 50g
Preço: R$14,99


Gel Lubrificante Lubrigel Bisnaga - 60g
Preço: R$ 14,90


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Preços sujeitos a alteração.

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Obstáculos que podem impedir a mulher de chegar ao orgasmo


Você tem certeza de que já chegou a um orgasmo? Parece uma pergunta óbvia, mas muitas mulheres não sabem se realmente alcançaram o clímax: uma pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (Prosex), da Universidade de São Paulo, revelou que 34,6% das brasileiras sofrem com a falta de desejo sexual e 29,3% delas têm vida sexual sem orgasmo. Além disso, 92% das mulheres não costumam se masturbar. 
De acordo com a ginecologista e obstetra Erica Mantelli, durante o orgasmo a mulher tem uma grande sensação de prazer físico. "A lubrificação da vagina e a musculatura da pélvis apresentam contrações rítmicas e involuntárias - algumas mulheres sentem contrações fortes e outras, mais suaves", explica. Esse momento não dura mais do que alguns segundos, mas é arrebatador e dá para saber que aconteceu - o corpo ficará relaxado depois, como se estivesse anestesiado. Se você tem dificuldades de chegar a esse clímax, confira a seguir dez dos principais motivos apontados por especialistas.  


Ficar dispersa durante o sexo

Ficar dispersa durante o sexo - Getty Images
Pode até parecer que você não está interessada no momento, mas há grandes chances de a culpa ser do excesso de estresse e preocupações que bloqueiam o relaxamento. A ginecologista e obstetra Erica Mantelli conta que os fatores psicológicos que interferem na relação são até mais importantes que os físicos para a mulher. "Ela precisa estar 100% focada na relação sexual para conseguir identificar em seu corpo os locais onde mais sente prazer", afirma a médica. "A mulher depende de estímulos sonoros e táteis, diferente do homem que é excitado mais facilmente - muitas vezes apenas com estímulo visual", afirma. Procure tomar um banho, ouvir uma música ou fazer uma massagem para ficar mais relaxada. 



Apego aos tabus

Apego aos tabus - Getty Images

A psicoterapeuta Evelyn Vinocur explica que a educação rígida gera crenças falsas em relação ao sexo oposto, sexualidade, masturbação e orgasmo. "Muitas mulheres que acreditam nisso se sentem culpadas, ficam preocupadas demais e não conseguem chegar ao orgasmo", diz. Procurar um psicólogo, nesses casos, pode ser uma ótima forma de trabalhar com o medo e a tensão. 



Só com a luz apagada...

Só com a luz apagada... - Getty Images
Sentir vergonha do corpo a ponto de se preocupar na hora da relação sexual interfere no seu prazer. A psicóloga Janaína Reis explica que a mulher com autoestima baixa tende a não se sentir à vontade para explorar o corpo por meio de toques e carícias para descobrir os pontos de prazer. "A masturbação é uma das principais formas de alcançar o autoconhecimento sexual", diz. Se a mulher não se sente segura e não sabe como ter prazer, pode ter dificuldade em atingir o orgasmo tanto sozinha quanto com o parceiro - já que não consegue guiá-lo ou expressar de que forma sente mais prazer. 

A psicoterapeuta Evelyn lembra outro problema da autoestima baixa: o fingimento. "Por medo de não agradar o parceiro, a mulher finge que chegou ao orgasmo quando, na verdade, não sente", afirma a profissional. "Nesses casos, recomendo uma terapia breve para incentivar a mulher a ultrapassar esse bloqueio em relação ao corpo."


Falta de atração

Falta de atração - Getty Images
Se você sente que o seu parceiro não a atrai sexualmente, as especialistas recomendam fazer uma reflexão: você já sentiu desejo antes com esse parceiro? Segundo Janaína Reis, é preciso identificar qual disfunção sexual a mulher apresenta: desejo sexual hipoativo (a falta de vontade de fazer sexo, frigidez) ou anorgasmia (incapacidade de chegar ao orgasmo mesmo com excitação). 

Se for o primeiro caso, talvez seja preciso rever os motivos que a levou a ter um relacionamento amoroso com o seu parceiro ou os fatores que estão interferindo na atração física, pode ser até rancor do marido. "É importante buscar ajuda com um terapeuta sexual", recomenda Janaína. 


Medo de não conseguir

Medo de não conseguir - Getty Images

A expectativa de querer chegar ao orgasmo pode causar o efeito inverso: deixar você ainda mais longe do clímax. "Quando a mulher vivencia o relacionamento sexual preocupada tanto com o seu desempenho como com o objetivo de atingir o orgasmo, ela pode deixar de se entregar às sensações prazerosas do encontro sexual", explica Janaína Reis. Se você sentir que não consegue controlar essa ansiedade, converse com um psicólogo.




Fadiga

Fadiga - Getty Images


Há diversas causas por trás da fadiga, desde a correria do dia a dia até problemas de saúde, como alteração hormonal, hipertensão e fadiga crônica. "Mulheres com fadiga podem perder o interesse pelas relações sexuais e iniciá-las apenas para agradar o parceiro, sem conseguir aproveitar o momento e chegar ao orgasmo", explica a psicóloga Janaína. O excesso de cansaço pode ser reflexo da rotina agitada, mas se você sentir que está sonolenta e indisposta demais, converse com um médico.


Saúde debilitada

Saúde debilitada - Getty Images
Há uma infinidade de doenças e problemas de saúde que podem interferir na libido e no orgasmo feminino. Confira os principais, apontados pela ginecologista Érica: 

- Infecções vaginais e doenças no colo do útero, que podem gerar desconforto na penetração e dor durante a relação, prejudicando a lubrificação e interferindo no prazer sexual; 
- Doenças como diabetes e alterações hormonais, que diminuem o estímulo causado na zona erógena (zona de maior prazer), reduzindo também a sensibilidade da mulher e a condução do estimulo através de nervos que mandam mensagem ao cérebro; 
- Doenças psiquiátricas, estresse e ansiedade, que prejudicam os pensamentos da mulher, atrapalhando seu relaxamento e impedindo que chegue facilmente ao clímax; 
- Uso abusivo de drogas e álcool, que causam repercussões negativas na relação sexual, dificultando e até impedindo a chegada ao orgasmo.


Medicamentos

Medicamentos - Getty Images
Alguns medicamentos inibem a libido, ou seja, a vontade sexual: antidepressivos, diuréticos, medicação para úlcera gástrica e anticoncepcionais. "Os anticoncepcionais inibem a ovulação e, com isso, diminuem a libido", explica Érica Mantelli. Já os outros medicamentos atuam no sistema nervoso central, diminuindo o hormônio responsável pelo prazer.

Ciclo menstrual - Getty Images

Ciclo menstrual

O prazer sexual pode variar de acordo com o seu ciclo. "Na semana da menstruação, a sua libido pode ficar maior devido aos altos níveis hormonais, principalmente estrógeno e testosterona", conta a ginecologista Erica. Com o aumento de circulação sanguínea na região da pélvis, o clitóris também fica mais sensível e é mais fácil chegar ao orgasmo. 


Uma semana após a menstruação, os níveis hormonais continuam altos e o seu corpo começa a se preparar para a ovulação - que ocorre aproximadamente 14 dias após a menstruação. "Nesse período, a lubrificação vaginal está maior, favorecendo a penetração e trazendo mais conforto à mulher, que fica mais relaxada para ter orgasmos", afirma a médica.

No meio do ciclo, ocorre a ovulação e pode ser um período doloroso para a mulher, menos favorável à relação sexual. Já na semana que antecede a menstruação, há queda da libido e TPM, sendo uma fase bem mais difícil de chegar ao orgasmo. "Vale lembrar que é preciso respeitar esse tempo se não houver possibilidade de manter relações sexuais - afinal, dura apenas alguns dias", afirma Erica.


Trauma de violência sexual - Getty Images

Trauma de violência sexual

Mulheres que já foram vítimas de violência sexual necessitam de acompanhamento médico de rotina, com suporte psicológico e orientação sexual. "Não tenha medo ou vergonha de falar sobre o que aconteceu e converse com o seu ginecologista", recomenda Erica Mantelli. Ela explica que, em vez de relaxar e aproveitar a relação sexual, a mulher pode relembrar cenas tristes que aconteceram, interferindo na libido. O apoio profissional irá minimizar esses traumas e preparar a mulher para uma vida sexual saudável.




POR LETÍCIA GONÇALVES
Fonte: http://minhavida.uol.com.br/saude/